As recentes mudanças no cenário macro-econômico mundial também afetaram profundamente o ambiente de TI. Para enfrentar a turbulência, as organizações devem ajustar rumos, cortar custos e rever investimentos. Isto também se reflete no cenário de TI, onde os CIO´s (executivos da área de informação) devem se alinhar as mudanças e planos dos executivos da corporação (CEO´s).
Uma recente pesquisa do Gartner Group [1], identificou sete grandes questões que deverão ser prioridades nas agendas dos CEO´s e seguidas de perto pelos CIO´s.
Primeira - Reestruturação
A crise global gerou a necessidade de reestruturação interna e externa das organizações. Também tem gerado uma onda de fusões e aquisições, onde as organizações buscam a sinergia para enfrentar a crise. Isto significa que os planos e projetos de TI também devem ser revisados, enfocando principalmente a possibilidade de integração entre organizações que venham a se fundir.
Segunda - Reação Rápida
Em momentos de perigo, um organismo vivo redireciona todos os seus recursos e energia para os órgãos vitais, deixando um estado de alerta para uma resposta rápida. Da mesma forma os CEO´s devem focar os esforços para as operações centrais da empresa e para agirem com rapidez na crise. Sistemas de informações que estão diretamente ligados as atividades principais da empresa, sua força produtiva, humana e financeira, deverão receber atenção redobrada para a disponibilidade eficiênte de informações.
Terceira - Perda de confiança
A crise do setor imobiliário, bancos, seguida pelas montadoras e se espalhando pelos demais setores gerou um clima de desconfiança. Acionistas e atores com interesse nos negócios exigem mais transparência e detalhamento de infomrações sobre a saúde financeira das organizações. Para atender estas exigências, os sistemas de inteligência dos negócios (Business Intelligence), ferramentas analíticas e de relatórios e bases de dados confiáveis serão bastante requisitadas.
As outras quatro questões serão exploradas no próximo post, mas já adiantando:
Quarta - Instabilidade internacional
Quinta - Novas regulamentações
Sexta - Governos como mercados emergentes
Sétima - Verde ainda não está maduro